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MOVIMENTO POLÍTICO DOS POLICIAIS

      CHOQUE DE PERGUNTAS                                       

gppm

MOVIMENTO POLITICO DOS POLICIAIS

 GILSON RESPONDE

 PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O MOVIMENTO DE REPRESENTAÇÃO POLÍTICA DOS POLICIAIS. (Perguntas comuns em todas as reuniões realizadas)

 PERGUNTA: O que é exatamente o MRPP?

RESPOSTA: É o Movimento de Representação Política dos Policiais,  movimento temático, que mesmo de forma imperceptível, todo o policial esperava, pois há quase uma unanimidade com a opinião de que seria muito importante que tivéssemos representação nas casas legislativas, onde as coisas acontecem ou deixam de acontecer, portanto é um movimento que em resumo representa a vontade de todos os PMs, alimentando a conscientização da necessidade urgente de buscarmos em conjunto esta representação legitima e o movimento, como comissão temática do GRUPO PRÓ POLICIAIS MILITARES (GPróPM), se legitima como o articulador e executor deste projeto político inédito, que pode servir de modelo para os policiais de todo o país.

 PERGUNTA: O objetivo principal é eleger um brigadiano para a Assembléia Legislativa do RS?

RESPOSTA: Sim, é o nosso desejo, mas não é o único objetivo. Após uma discussão ampla em todo o Estado, queremos mostrar que é possível participarmos da vida política em várias frentes, ou seja, participando de Conselhos Municipais, disputando Conselhos Tutelares, por exemplo, e logicamente a próxima eleição que será em 2014, com as eleições gerais, no qual temos reais possibilidades de eleger não só um Deputado Estadual, mas também um Deputado Federal.

Não cansamos de repetir, em todas as reuniões, que somos detentores de um coeficiente eleitoral que ultrapassa a 200 MIL votos, entre ativos, inativos e pensionistas, somados a seus familiares.

 PERGUNTA: Como o Grupo Pró Policiais Militares pretende realizar a escolha do candidato ideal?

RESPOSTA: Existe um longo caminho a percorrer até a escolha do pré Candidato, que começa pelo diálogo e conscientização com todos, com campanhas que motivem tal discussão, e isso será efetivo com os seminários, reuniões debates em redes sociais e por todos os meios de participação.

Estamos realizando reuniões com grupos de Policiais, associações e demais entidades da BM, para a partir deste convencimento da necessidade de união, possibilitar que cada interessado apresentem nomes que possam contribuir com o projeto maior, no momento apropriado.

 PERGUNTA: Qual o perfil que o GPróPM entende como sendo o ideal, para concorrer a Deputado Estadual e Federal?

RESPOSTA: O candidato ideal será aquele primeiramente que não tenha a sua candidatura tão somente como um desejo pessoal, mas sim que esteja disposto e comprometido a defender o projeto coletivo que estamos a formatar com todos os policiais.

 PERGUNTA: O nome será de um PRAÇA da Brigada Militar?

RESPOSTA: O GPróPM foi idealizado ao longo de mais de 02 anos e seus objetivos estatutários não são um amontoado de letras e artigos e temos como lema “UNIDOS SOMOS  MAIS FORTES”,e esta união que queremos deve estar isenta de preconceitos que carregamos ao longo dos tempos que só serviram para nossa desunião.

Demonstramos isto internamente, pois a organização do GPróPM é constituída de servidores de todos os postos e graduações todos eles com a sua importância.

Se olharmos para os lados, com boa vontade de unir esforços, veremos que a Brigada Militar tem servidores de SOLDADO A CORONEL, que além de serem pessoas solidárias e bons profissionais, são ótimos administradores, sejam em associações de Bairros, associações de Classe, movimentos religiosos etc…

Temos exemplos claros de boa representação. Maior exemplo foram as eleições municipais onde ainda que em número muito pequeno tivemos eleitos coronel e soldado, por exemplo.

Se olharmos em outros Estados, vamos encontrar deputados eleitos de todas as graduações, então partindo de bons exemplos não devemos ter visão pré-concebida que não nos levará a nenhum lugar.

 PERGUNTA: Poderá ser lançado um candidato da direção do GPróPM nas próximas eleições?

RESPOSTA: Como dissemos, não poderá haver preconceito quanto a nomes, mas há uma vontade do Grupo para que não sejam lançados nomes que venham da diretoria do GPróPM, o que não significa proibição pois todos são livres, simplesmente queremos ter possibilidades menores de erro quanto ao nosso projeto.

Já vivenciamos situações, em que uma entidade, somente passa a apoiar um projeto se o Pré Candidato for o seu presidente e isso acontece em várias associações ou sindicatos de categorias profissionais e normalmente acabam por não elegê-los, pois ele passa a ser um projeto de direção e não da classe em si.

  PERGUNTA: Poderá então se dizer que não há importância quanto a nomes e currículos do Pré Candidato?

RESPOSTA: Não nesses termos, pois deverá ser levado em conta uma série de fatores referente aos Pré candidatos, como por exemplo a vida ilibada, discernimento político, experiência em articulação política, liderança e logicamente o interesse em defender um projeto dos Policiais Militares.

 PERGUNTA: Pode se dizer que o Pré Candidato, uma vez eleito, irá defender um projeto, ou “cartilha dos PMs”, criado pelo GPróPM?

RESPOSTA: obviamente que a atuação do parlamentar é muito ampla, vão da fiscalização do poder executivo ao encaminhamento e votação de projetos sobre educação, segurança, saúde e vários outros temas que ele deverá se envolver, mas ele terá uma atenção exclusiva à base que lhe elegeu e lhe dará sustentação, apresentando e defendendo os PMs e a instituição policial.

 PERGUNTA: O Movimento de Representação tem consciência de que será difícil imaginar que todos os policiais abram mão de sua intenção de concorrer nas próximas eleições para apoiarem o escolhido, o que ocorre então se houverem outros candidatos da Brigada em 2014?

RESPOSTA: Haverá primeiramente o respeito a outros colegas que se lançarem candidatos, ou forem lançados por algum grupo ou pelo natural “assédio” dos partidos políticos.

Estamos longe de querer fazer uma UNANIMIDADE, o que queremos é construir o mínimo de consenso de candidaturas viáveis e principalmente em longo prazo, planejar o que queremos que seja defendido com prioridade durante os 04 anos na Assembleia e na Câmara Federal.

Se conseguirmos êxito com este movimento e outros policiais consigam se eleger,sem o apoio deste movimento, ótimo! – teremos outros à nos defenderem, não é tudo o que queremos no que se refere a representação

 PERGUNTA: Qual será a função do MRPP e do GPróPM, após a eleição de um Deputado Estadual e Federal?

RESPOSTA: O GPróPM não foi criado para a representação política exclusivamente, portanto o grupo permanece com suas funções de Associação de estudos e projetos, desenvolvendo trabalhos em outras áreas conforme as finalidades estatutárias e o MRPP, como Comissão temática, continuará com a busca de articulação rumo a uma maior representação política sejam por exemplo apoiando os candidatos a vereadores eleitos e outros que busquem se eleger nas próximas eleições, procurando multiplicar esta ‘força” em todo o RS, já com o apoio, de um Deputado Estadual e Federal.

 PERGUNTA: A direção do GPróPM, acredita que será possível unir os PMs com esse objetivo?

RESPOSTA: Há uma confiança muito grande, mas não será uma imposição, temos que observar o mínimo de viabilidade com os pretensos candidatos, temos a convicção de que o momento é o mais adequado possível, mas a execução, como já dissemos dependerá do coletivo de policiais.

Já tivemos várias experiências em várias eleições, e aprendemos que a forma não foi eficiente para eleger um policial, mas jamais foi feito o que estamos fazendo.

Ficamos a assistir no parlamento, defensores de vários segmentos, mesmo o segmento dos “ mensaleiros e bicheiros” e nós que somos uma multidão de eleitores DE BEM, devemos despertar para essa consciência e possibilidade real.

A arma está em nossas mãos.

Além disso temos verificado que a exemplo de todos os segmentos, 80% dos policiais sequer lembram para quem votaram nas últimas eleições e estes irão se sentir convencidos de votarem em sua própria representação e saber que seu voto a partir de então terá consequência positiva para ele próprio.

Ademais somos confiantes no sucesso, porque é algo inédito, jamais tentamos algo parecido, então porque não acreditar?

 PERGUNTA: O GPróPM não teme a reprovação do Comando da Corporação por esta iniciativa política?

RESPOSTA: Não vemos esta possibilidade, em virtude de que estamos a falar até agora, justamente no bem estar dos policiais, que são a própria instituição Brigada Militar.

O projeto do MRPP, não se movimenta contra os Governos e a Instituição, ao contrário, age em favor do próprio Estado, que está a se modernizar, e a Brigada como instituição indispensável, dentro deste contexto, deve ser defendida e isso acontece por meio do debate político que se finda lá no parlamento, que é carente de pessoas capacitadas a encaminharem esses pleitos com conhecimento de causa.

Quando lutamos por exemplo, por ter um deputado que encaminhe ou discuta mecanismos para melhorar o nosso salário, que é um dos piores do país, não estamos lutando contra um governo, mas em favor dele e da própria Brigada, que terá um policial ainda mais motivado a exercer com melhor excelência os serviços que a sociedade espera.

Estamos conscientes e preparados para as críticas naturais,  e queremos conviver com questionamentos, mas não iremos sob qualquer hipótese nos afastar dos objetivos que nos propomos.

Em síntese fica visível que nosso interesse além de legítimo e legal é em favor também da Brigada Militar.

PERGUNTA: Poderá esse movimento, decidir apoiar algum candidato que não seja policial mas que tenha inserção e interesse em defender as “bandeiras” dos servidores da Brigada Militar?

RESPOSTA: As decisões sempre serão tomadas pela maioria, temos um grande anseio que esses candidatos sejam da classe policial, mas nosso projeto vai além das eleições de 2014, nas eleições municipais, queremos ter forças para construir candidaturas a vereador em todo o interior do Estado, por exemplo, além de temas que queremos que sejam defendidos nas casas legislativas, então se a maioria decidir em apoiar algum candidato que se comprometa permanentemente com nosso PROJETO POLÍTICO será acatado a vontade COLETIVA.

É importante lembrar, a bem da verdade que já tivemos nossos DEFENSORES na Assembléia, com seus acertos e erros, alguns deles como os Deputados JOÃO OSÓRIO (PMDB), JOSÉ GOMES (PT) e MARQUINHOS LANG (DEM).

O que ocorre é que esses deputados não tiveram um grupo que pudesse assessorá-los  na construção de suas candidaturas e cobrar compromissos assumidos, após eleitos, talvez por isso os erros tenham acontecido, com proporções diferentes entre um e outro deputado.

É inegável que hoje estamos “ÓRFÃOS DE REPRESENTAÇÃO” pois não temos a quem recorrer nos parlamentos.

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